O Brasil ocupa a última colocação no ranking das 20 maiores economias do mundo quando o assunto é pavimentação das rodovias, segundo estudo realizado pela Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC). O País tem 12,2% dos 1,6 milhão de km das estradas pavimentadas. O índice da NTC, que considera variáveis de extensão do território, população e frota de veículos, coloca o Brasil no último lugar da lista dos países mais ricos no aspecto rodovias pavimentadas.
O resultado não deve assustar muito quem trafega pelas estradas do Brasil, muito menos quem trafega pela BA-001 no Baixo Sul da Bahia. A rodovia apesar de ter sofrido melhorias de sinalização, continua trazendo em sua extensão diversos perigos, como a falta de manutenção adequada.
O nosso repórter flagrou funcionários do DERBA (Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia) na chamada “operação tapa buraco”, porém na ocasião 15/02/14 a operação estava sendo realizada com barro, isso mesmo! Os buracos encontrados no trecho Camamu/Igrapiúna na BA-001 foram tapados com barro.
A chuva que é uma constante na região transforma o local tapado em lamaçal e traz um grande risco para os motoristas em geral, principalmente para os motociclistas.
Será que se pagarmos o IPAV (Imposto sobre a propriedade de veículos automotores) com moedas de barro o governo aceita?
O imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) é um imposto brasileiro que incide sobre a propriedade de veículos. É um imposto estadual, ou seja, somente os Estados e o Distrito Federal têm competência para instituí-lo de acordo com o art.º 155, III da Constituição Federal. Sendo o IPVA um imposto ou tributo é por defeito uma prestação pecuniária compulsória. Trocando em miúdos, a receita arrecadada com o pagamento do IPVA deve ser destinada à manutenção do Estado e, consequentemente, para o custeio de atividades que repercutem no bem da população.



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